O Domingo de Ramos marca o arranque da Semana Santa e continua a ser uma das datas mais simbólicas do calendário religioso em Portugal.
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Celebrado no domingo anterior à Páscoa, este dia evoca a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, recebida pela população com ramos de oliveira e palmeira — um gesto que ainda hoje é recriado em várias localidades do país.
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De norte a sul, as igrejas enchem-se de fiéis que participam nas missas e procissões, levando consigo ramos verdes que são posteriormente benzidos.
Estes ramos, muitas vezes de oliveira ou alecrim, acabam por ganhar um significado especial: há quem os guarde em casa durante todo o ano como símbolo de proteção e bênção.
Em cidades como Braga, Óbidos ou Loulé, as celebrações assumem uma dimensão mais cénica, com encenações religiosas, cortejos e recriações históricas que atraem tanto crentes como curiosos.
Para muitos, trata-se também de um momento cultural e turístico, que mistura fé, tradição e identidade local.
Apesar das mudanças nos hábitos religiosos ao longo dos anos, o Domingo de Ramos mantém-se vivo, adaptando-se aos tempos modernos sem perder a essência.
Entre rituais antigos e novas formas de celebração, continua a ser um ponto de encontro entre gerações — e um lembrete do início de um dos períodos mais importantes da tradição cristã.
Foto: DR
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