Coimbra
Roubaram reclame a uma ourivesaria de Coimbra e as câmaras de videovigilância não captaram ninguém
O desaparecimento de um letreiro de grandes dimensões de uma ourivesaria na Baixa voltou a colocar no centro do debate a eficácia do sistema de videovigilância na zona histórica da cidade.
PUBLICIDADE
O caso intriga comerciantes e autoridades, sobretudo pela ausência de imagens que permitam identificar os responsáveis.
PUBLICIDADE
O letreiro — com cerca de dois metros de comprimento por 50 centímetros de altura — terá sido transportado pela Baixa sem que nenhuma câmara municipal tenha registado o momento.
“É estranho que tenham transportado um reclame com dois metros pela Baixa toda e não tenham sido captados por nenhuma câmara”, afirmou o comerciante.
O mesmo responsável acrescentou ter verificado várias câmaras existentes nas ruas envolventes, sem sucesso na obtenção de imagens úteis.
“Andei a ver as câmaras de diversos locais. Só havia uma presença ténue numa câmara particular na Rua Corpo de Deus. As restantes ou não estavam operacionais ou não estava ninguém a monitorizar.”
A ausência de registos visuais surpreende os comerciantes, que consideram praticamente impossível circular naquela zona sem passar por equipamentos de vigilância.
Recorde-se que o assalto mencionado aconteceu em fevereiro, onde a Ágata Joalharias foi o alvo. O comandante da PSP de Coimbra, Sérgio Loureiro, reconheceu que tal é possível e explicou porquê.
Veja o Direto NDC com o comerciante e comandante da PSP
PUBLICIDADE