A sessão desta quinta-feira, 26 de março, do julgamento do jovem acusado de matar a mãe a tiro em Vagos ficou marcada por um momento de grande emoção: a entrada inesperada de uma testemunha surpresa. O julgamento decorre à porta fechada.
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Tratou-se de “uma testemunha que, não estando convocada, o tribunal logrou fazer comparecer”, lê-se num comunicado enviado ao nosso jornal.
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A mulher, amiga da família de Susana Gravato, chegou já passava das 16:30, subiu as escadas e dirigiu-se à sala de audiências.
Durante o seu depoimento, a emoção falou mais alto e no final, não conseguiu conter as lágrimas e chorou compulsivamente.
Durante a audiência, o tribunal ouviu também o médico pedopsiquiatra e o psicólogo que elaboraram relatórios para o processo, assim como todas as testemunhas previamente convocadas, incluindo dois agentes da Polícia Judiciária e um psicólogo do centro educativo onde o jovem cumpre a medida cautelar.
Segundo o tribunal, “a sessão decorreu com normalidade, não se tendo suscitado qualquer incidente”.
A inquirição de duas testemunhas que ainda faltam será realizada numa sessão futura marcada para 10 de Abril, altura em que também serão produzidas as alegações finais.
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