Decorreu esta manhã, 25 de março, no Tribunal de Aveiro, a primeira sessão da audiência do caso do jovem que matou a mãe a tiro em Vagos.
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Face ao impacto social do caso e à proteção da identidade do menor envolvido, a sessão realizou-se à porta fechada, sem publicidade, de forma a garantir os direitos de personalidade e a vida privada do menor. A juíza titular da sessão abriu os trabalhos pelas 9:30, definindo os meios de prova a produzir, dá conta o comunicado do Tribunal de Aveiro.
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O Ministério Público e o defensor do menor puderam indicar provas complementares, tendo sido deferido o pedido de esclarecimentos junto do médico pedopsiquiatra e do psicólogo responsáveis pelos relatórios anexados ao processo. Durante a manhã, o menor prestou declarações voluntárias, prolongando-se a produção de prova até perto do meio-dia, refere a mesma nota.
Devido à impossibilidade de ouvir todas as testemunhas convocadas, o tribunal reorganizou os trabalhos, passando algumas para o período da tarde e adiando parte das testemunhas da tarde para o dia seguinte. A audiência foi interrompida cerca das 13:00 e será retomada no período da tarde, pelas 14:30.
Segundo o tribunal, a sessão decorreu com normalidade, sem incidentes.
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