Crimes
Desaparecimento de gestor de restaurante luxuoso pode esconder rapto por dois conhecidos
Imagem: Facebook
A Polícia Judiciária está a investigar o desaparecimento de Ricardo Claro, de 50 anos, admitindo a hipótese de se tratar de um rapto seguido de roubo.
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Segundo o Correio da Manhã, a vítima, ligada à gestão de um restaurante de luxo em Vale do Lobo, no Algarve, continua por localizar.
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Um dos suspeitos, trabalhador do restaurante, foi detido na quinta-feira, 19 de março, e deverá ser presente a tribunal. Já o segundo envolvido, um ex-funcionário, terá abandonado o país, seguindo para o Brasil com passagem por Madrid.
De acordo com o mesmo jornal, o desaparecimento terá ocorrido na sexta-feira anterior, embora a denúncia só tenha sido formalizada dias depois, chegando às autoridades na terça-feira, dia 17. A partir daí, a PJ iniciou diligências para perceber o que aconteceu, centrando-se, entre outras linhas de investigação, num desentendimento entre a vítima e um antigo colaborador, ocorrido no próprio dia.
Após o desaparecimento, foram registados movimentos bancários nas contas do empresário. As autoridades suspeitam que os autores possam ter utilizado o carro da vítima para efetuar levantamentos em caixas multibanco, incluindo em território espanhol. O veículo viria a ser encontrado abandonado em Olhão, durante a madrugada de sábado.
Uma testemunha relatou àquele órgão de comunicação que alertou as autoridades ao reconhecer o automóvel como pertencente ao desaparecido.
Inicialmente, chegou a ser ponderada a possibilidade de a vítima estar no interior da viatura, mas essa hipótese foi afastada. Durante as buscas na área, foram ainda recolhidos vários objetos considerados relevantes para a investigação, como peças de roupa, chaves e fita adesiva, encontrados num contentor de lixo. A chave do carro apareceu posteriormente na mesma zona, descoberta por crianças.
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