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Encerrado há 2 meses, tempestades deixam “O Burgo” na Lousã isolado e sem data para reabrir
O restaurante “O Burgo”, na Lousã, continua impedido de reabrir após ter sido fortemente afetado pelas tempestades.
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O NDC contactou com o espaço que refere que, apesar de já ser possível o acesso à zona, a reabertura continua inviável. “Já podemos passar, mas ainda não podemos abrir, a tempestade veio atrasar a reabertura”, referem.
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Segundo a mesma fonte, foi apenas em março que as máquinas conseguiram iniciar a remoção do entulho deixado pelas enxurradas. “Só no dia 10 de março as máquinas puderam começar a limpar o entulho provocado pelas enxurradas”, acrescentam.

Os responsáveis descrevem ainda uma situação de grande impacto na área envolvente. “Os estragos são enormes, toda a área envolvente foi afetada e não tem comunicações, estacionamentos. As brigadas e o município estão a fazer tudo para abrirmos o mais breve possível”, afirmam, sublinhando que continuam a trabalhar em articulação com as autoridades locais.
Nas redes sociais, o restaurante já tinha dado conta das dificuldades no mesmo dia 10 de março, explicando que esteve encerrado durante dois meses devido a obras na única via de acesso. No entanto, a situação agravou-se com a tempestade recente. “Infelizmente, a recente tempestade causou danos significativos, não só no nosso espaço, mas também na envolvente”, pode ler-se na publicação.
A equipa refere ainda que, neste momento, não dispõe de meios de comunicação ativos e que está a aguardar pela conclusão dos trabalhos de limpeza. “Estamos a aguardar e a cooperar com as equipas de limpeza e com o município, com o objetivo de reabrir o mais breve possível”, indicam, agradecendo a compreensão dos clientes.
Este cenário surge depois de um episódio anterior já descrito no final de janeiro, quando as condições meteorológicas adversas no interior Centro do país provocaram uma subida acentuada dos cursos de água no concelho da Lousã. Na altura, a praia fluvial da Nossa Senhora da Piedade chegou a estar “cercada” por águas, bem como o restaurante.
Segundo relatos desse período, o aumento rápido do caudal levou mesmo a que a água atingisse zonas habitualmente ocupadas por estruturas de apoio e lazer, incluindo o bar associado ao espaço.
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