”Têm uma tarefa muito exigente pela frente”, disse em Coimbra.
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Uma semana depois de ter deixado implícita uma crítica aos municípios pela falta de celeridade na resposta no processo de apoios à reconstrução, o titular da pasta da Economia e Coesão Territorial reuniu em Coimbra com diversas entidades.
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O encontro, que se realizou na sede da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, juntou Associação Nacional de Municípios Portugueses, Estrutura de Missão de Reconstrução da Região Centro, presidentes das Comunidades Intermunicipais da Região Centro e presidentes das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro e de Lisboa e Vale do Tejo.
Durante duas horas, todos fizeram uma avaliação da forma como está a correr “o processo do pagamento dos apoios do Estado às vítimas das últimas tempestades”.
A conclusão já era conhecida: “na parte das empresas está a correr bem, na parte das famílias não está a correr tão rapidamente quanto nós queríamos”.
A concentração de candidaturas num número restrito de municípios foi uma das razões encontradas. “Nós já encontramos, já em tempos, aquela solução dos cerca de 700 técnicos que estão disponibilizados pelas ordens profissionais para poderem ajudar as câmaras municipais e hoje surgiu uma nova ideia no sentido de convidar as maiores câmaras do país a disponibilizarem técnicos seus para irem ajudar nas câmaras que estão mais precisadas”, disse o governante.
Questionado se este encontro serviu para enterrar o machado de guerra entre o Governo e os Municípios, Manuel Castro Almeida respondeu que isso nunca aconteceu, lembrando mesmo que “os municípios têm uma tarefa muito exigente pela frente, um trabalho muito difícil, muito concentrado, e estão a fazer o seu melhor”.
Veja o Direto NDC com Manuel Castro Almeida
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