Frederico Varandas foi hoje reeleito presidente do Sporting, clube que lidera desde setembro de 2018, com 89,47% dos votos nas eleições para o quadriénio até 2030, anunciou João Palma, presidente cessante da Mesa da Assembleia Geral.
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O antigo diretor clínico dos ‘leões’, de 46 anos, venceu o ato eleitoral realizado no Pavilhão João Rocha, em Lisboa, ao somar 67.106 votos, contra os 919 do empresário Bruno Sorreluz, conhecido como Bruno Sá (6,28%).
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Dos 75.817 sócios habilitados a votar nestas eleições, participaram 18.268 votantes, dos quais 14.337 validados, escolhendo uma lista única para os três órgãos sociais do clube, Mesa da Assembleia Geral (MAG), Conselho Diretivo (CD) e Conselho Fiscal e Disciplinar (CFD).
O presidente em exercício apresentou praticamente o mesmo elenco que foi reeleito, em 05 de março de 2022, quando o clínico reuniu 85,8% dos votos, entre os 14.795 votantes, impondo-se à concorrência sufragada de Nuno Sousa (7,3%) e Ricardo Oliveira (2,95%), exceção à liderança da MAG, com Pedro Almeida Cabral no lugar de João Palma, para o mandato até março de 2030.
O médico, de 46 anos, diretor clínico do Sporting entre 2011 e 2018, tornou-se no 44.º presidente do Sporting em 18 de setembro de 2018, quando venceu as mais participadas eleições de sempre no clube, com 22.510 votantes, ao contabilizar 42,32% dos votos (8.717 votantes), contra os 36,84% (9.735) de João Benedito, superando ainda José Maria Ricciardi (14,55%), José Dias Ferreira (2,35%), Fernando Tavares Ferreira (0,9%) e Rui Jorge Rêgo (0,51%).
Nesses dois mandatos, tornou-se o presidente com mais troféus nacionais de futebol ao serviço dos ‘verdes e brancos’, ao arrebatar nove, contra os oito de António José Ribeiro Ferreira, líder entre 1946 e 1953.
Além de três Taças da Liga (2018/19, 2020/21 e 2021/22), duas Taças de Portugal (2018/19 e 2024/25) e uma Supertaça Cândido de Oliveira (2021), o Sporting sagrou-se campeão nacional por três vezes com Varandas.
Os lisboetas quebraram um hiato de 19 anos na I Liga, o maior da história do clube, em 2020/21, antes de, na época passada, revalidarem o título pela primeira vez em mais de sete décadas e ‘selarem’ a ‘dobradinha’ ao fim de 23 anos.
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