Primeira derrocada aconteceu a 7 de fevereiro.
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Um mês depois da primeira derrocada na Cerca de Santo Agostinho em Coimbra, a zona continua interdita ao trânsito automóvel e pedonal.
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A instabilidade da encosta, principalmente nos dias seguintes à primeira queda, levou mesmo ao encerramento da Rua da Fonte Nova e do Mercado Municipal D. Pedro V.
Pouco tempo depois desta situação, a Santa Casa da Misericórdia de Coimbra – proprietária de grande parte dos terrenos envolvidos – esteve reunida com a presidente da câmara de Coimbra para tentar perceber o que é que era possível fazer para resolver esta questão.
Principalmente, uma intervenção que permita reabrir em segurança aquela zona de acesso à Alta da cidade.
Segundo o Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Coimbra, Tiago Mariz, o que ficou acordado foi o envio de uma notificação por parte da autarquia.
Nessa carta, o município iria questionar o proprietário dos terrenos (Santa Casa) se este ficaria responsável pela realização de obras naquele local ou se seria a autarquia a ter essa responsabilidade.
“Três semanas depois, ainda não recebemos nada. Só depois, é que iremos reunir (interinamente) para tomar uma decisão relativamente a essa questão”, afirmou ao Notícias de Coimbra.
Sobre a encosta, e depois de uma visita ao local no dia de hoje (quinta-feira, 12 de março), tudo indica que não houve mais movimentos de terra, o que para os proprietários do terreno e município não deixam de ser boas notícias.
O Notícias de Coimbra solicitou junto da autarquia um pedido de esclarecimento relativamente a esta questão.
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