Marcelo Rebelo de Sousa já tem o seu retrato oficial, mas, ao contrário dos tradicionais quadros a óleo dos seus antecessores, este é uma obra contemporânea e inovadora.
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A peça foi revelada esta quarta-feira e ficará exposta no Museu da Presidência da República, na galeria onde se encontram os retratos dos presidentes anteriores.
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A escultura-colagem é assinada por Alexandre Farto, conhecido como Vhils, artista que começou como grafiter e que, neste trabalho, utilizou jornais e revistas dos últimos dez anos, refletindo visualmente o período do mandato de Marcelo.
O retrato junta-se à coleção onde se destacam obras de nomes como Luís Pinto Coelho, que pintou António Ramalho Eanes; Júlio Pomar, autor do retrato de Mário Soares; Paula Rêgo, que eternizou Jorge Sampaio; e Carlos Barahona Possolo, responsável pelo retrato de Aníbal Cavaco Silva.
Marcelo Rebelo de Sousa recorda que, no início do seu primeiro mandato, ponderou escolher um retrato pintado pelo mestre Bessa, no Porto, que acabou por ficar no seu gabinete no Palácio de Belém e poderá vir a integrar a Biblioteca Municipal de Celorico de Basto, em sua homenagem.
Seguindo a tradição, os presidentes da República apresentam os retratos oficiais apenas no fim do segundo mandato, como aconteceu com Cavaco Silva, cujo retrato foi divulgado cinco dias antes de terminar funções, a 4 de março de 2016.

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