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Do tear à memória: Maria do Carmo Arantes transforma tradição em legado

António Alves | 3 horas atrás em 28-02-2026

A esteireira marca presença na Tábua de Queijos e Sabores da Beira em Tábua.

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Maria do Carmo Arantes trabalha o junco de água salgada num tear. Para mostrar o seu trabalho decidiu marcar presença durante este fim de semana (28 fevereiro e 1 de março) na edição da Tábua de Queijos e Sabores da Beira.

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Recolhido nas margens do Rio Lima durante o Verão, o junco é tratado, em parte, nesse local pois como explicou ao Notícias de Coimbra é preciso sacudir as ervas daninhas e retirados aqueles pedaços que já se encontram podres.

Depois, e já em casa de Maria do Carmo Arantes, “temos um campo onde o estendemos a secar e corar, para ganhar esta cor assim, prateada”. Para além da cor natural, o junco usado nos seus trabalhos é nalguns casos é tingido manualmente com analinas.

Uma tinta de vários tons que é colocada dentro de uma panela onde o junco é posto na água para ganhar a cor “durante alguns minutos”.

Já com o junco pronto, é só “colocar” no tear e fazer mochilas, malas para piqueniques, entre outras propostas que pode ver na feira de Tábua ou na página da internet da sua marca Lançadeira.

Veja o Direto NDC com a esteireira

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