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Tragédia no Irão: Bombardeamento israelita atinge escola e mata 40 raparigas

Notícias de Coimbra com Lusa | 3 minutos atrás em 28-02-2026

As autoridades do Irão denunciaram hoje a morte de pelo menos 40 pessoas na sequência de um bombardeamento de Israel contra uma escola na província de Hormozgán, no sul do país, que provocou ainda 48 feridos.

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A escola foi atingida, segundo Teerão, no contexto da ofensiva conjunta de Israel e dos Estados Unidos contra o Irão e da resposta de Teerão, que lançou mísseis contra alvos militares norte-americanos na região e contra território israelita.

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O mais recente balanço divulgado pela radiotelevisão pública iraniana, IRIB, não especifica um número exato, embora, numa estimativa anterior, o governador do condado de Minab tenha apontado para pelo menos 24 alunas mortas. 

A IRIB identifica os feridos como estudantes da escola primária Shajare Tayebé, onde se encontravam cerca de 170 alunas, sem que o Exército de Israel se tenha pronunciado até ao momento sobre estas acusações.

“Nos ataques de hoje do regime sionista contra a cidade de Minab, uma escola primária de raparigas foi atingida de forma direta e, até ao momento, há cerca de 40 mortes”, anunciou o vice-governador da província meridional de Hormozgan, Ahmad Nafisi.

Segundo o vice-governador de Hormozgan, as equipas de socorro encontram-se no local a prestar assistência às estudantes e a realizar trabalhos de remoção de escombros.

Israel e Estados Unidos lançaram hoje um ataque contra o Irão, para “eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano”, e Teerão respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas na região e países vizinhos, como Arábia Saudita e Qatar.

Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, anunciou que o seu país iniciou “grandes operações de combate no Irão” e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou que o ataque tem como objetivo “eliminar uma ameaça” representada pelo regime iraniano.

Washington exige que o Irão cesse o enriquecimento de urânio e limite o alcance dos seus mísseis, que Teerão recusa, aceitando apenas cortes no seu programa nuclear em troca da suspensão das sanções em vigor.  

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