A Guarda Nacional Republicana (GNR) recorreu às redes sociais para alertar a população sobre o retorno do conhecido “Gangue do Alcatrão”, agora com um novo modus operandi que envolve não só trabalhos de alcatrão, mas também lavagem de fachadas, limpeza e montagem de telhados.
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Segundo a GNR, o grupo não é recente e teve origem com o criminoso irlandês Sammy Buckshot, que desempenhou um papel central na expansão das atividades do gangue para fora do país. Atualmente, o grupo tem elevada mobilidade transnacional e atua em vários países europeus, incluindo Portugal.
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O gangue aborda as pessoas alegando que têm sobras de alcatrão ou materiais e oferecem serviços em casa a preços muito vantajosos. Contudo, a GNR alerta que existem duas possibilidades perigosas. Abandonam o local após receber algum dinheiro, deixando o trabalho incompleto. Exigem um valor muito superior ao inicialmente acordado, recorrendo frequentemente à coação e intimidação.
O alerta é claro: nunca pagar serviços sem contrato e, em caso de dúvida, contactar as autoridades.
O gangue tem aproveitado áreas afetadas por tempestades e destruição provocada por depressões como Kristin, Leonardo e Marta, que resultaram em 16 mortos e centenas de feridos e desalojados em Portugal.
A GNR reforça que a população deve estar atenta e denunciar qualquer abordagem suspeita, evitando assim cair em golpes e situações de perigo.
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