Economia
Mercadona investe mais de 1.000 milhões de euros para reforçar poder de compra dos trabalhadores
A Mercadona destinou mais de 1.000 milhões de euros a melhorar o poder de compra da sua equipa através de diferentes iniciativas, como a distribuição de um prémio variável por objetivos, que implicou a partilha de 780 milhões de euros dos seus lucros, no dia de hoje, com os 112.000 trabalhadores, entre Portugal e Espanha.
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Em Portugal, o valor partilhado com trabalhadores ascende aos 25 milhões de euros. Este valor corresponde à soma do investimento realizado em prémios anuais, que equivalem a um ou dois salários mensais, e em gratificações extra, que corresponde a um outro salário adicional, ambos por objetivos.
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Mais concretamente, os prémios anuais correspondem a uma retribuição equivalente a um salário mensal para quem tem menos de quatro anos de antiguidade e de dois salários mensais para quem ultrapassa esse período; a estes, soma-se ainda uma gratificação extraordinária de um salário mensal. Como consequência, em Portugal, o pessoal base com quatro anos de antiguidade recebeu hoje 7.000€ brutos, dos quais 5.115€ dizem respeito aos prémios e gratificação extra.
Também foi realizado um aumento salarial para acompanhar o aumento do IPC, de 2,2% em Portugal e de 2,9% em Espanha, o que implica 125 milhões de euros por ano. Além disso, no passado mês de dezembro, foi anunciada a melhoria da jornada de trabalho com o aumento do período de férias em mais uma semana para os trabalhadores, que, atualmente, em Portugal passam a disfrutar de até 29 dias úteis. Esta medida, em vigor desde o presente exercício tanto em Portugal como em Espanha, representa uma grande melhoria na jornada dos trabalhadores e tem um custo anual de 100 milhões de euros, dos
quais 4 milhões correspondem a Portugal.
Todas estas iniciativas, que representam um esforço conjunto de mais de mil milhões de euros para a empresa, confirmam que o seu modelo de gestão, o Modelo de Qualidade Total, investe e aposta na satisfação dos trabalhadores, consciente de que eles são os principais responsáveis pelo sucesso da empresa e o maior ativo para os “Chefes” (como a empresa chama internamente aos clientes). De facto, o seu compromisso permitiu que a empresa aumentasse a sua produtividade e gestão em 2025, alcançando os seus resultados históricos em termos de rentabilidade e quota de mercado, dados que
confirmam que quanto mais se investe nas pessoas, maior é o retorno obtido.
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