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Prepare-se. “Anel de fogo” promete espetáculo no céu

NOTÍCIAS DE COIMBRA | 3 horas atrás em 16-02-2026

Imagem: SHUTTERSTOCK

O céu está prestes a mudar novamente: no dia 17 de fevereiro , a Lua vai posicionar‑se entre a Terra e o Sol, provocando um eclipse solar, mais especificamente um eclipse solar anular, também conhecido como o fenómeno do “anel de fogo”.

Este é o primeiro eclipse solar do ano, e apesar de ser um acontecimento celestial impressionante, a sua observação depende muito da localização geográfica.

Num eclipse anular, a Lua não cobre completamente o disco solar — fica visível um anel luminoso de Sol no céu. Este efeito ocorre porque a Lua está ligeiramente mais longe da Terra e, por isso, tem um tamanho aparente inferior ao do Sol.

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Segundo as estimativas dos astrónomos, citados pela Máxima, o eclipse começa com a fase parcial ao início da manhã de 17 de fevereiro. A fase máxima, com o característico anel de fogo, será visível principalmente na Antártida e zonas muito remotas no Hemisfério Sul.

Infelizmente, a maioria dos observadores no Hemisfério Norte — incluindo em grande parte da Europa — não verá o anel de fogo diretamente.

Mesmo quando se vê apenas a fase parcial do eclipse, é essencial proteger os olhos. Olhar diretamente para o Sol — mesmo quando parcialmente encoberto — pode causar danos permanentes na visão.
As recomendações são usar óculos especiais para eclipses ou filtros solares certificados. Utilizar métodos indiretos de visualização, como um pinhole projetor (projetor de furo) ou um colador de cozinha para projetar a imagem do Sol numa superfície.

No mundo da astrologia, eclipses são vistos como momentos de mudança e transformação — tanto a nível coletivo como pessoal — e o eclipse de 17 de fevereiro tem sido também analisado à luz dessas interpretações.

Este eclipse situa‑se no signo de Aquário, o que, de acordo com alguns astrólogos, pode intensificar temas ligados à tecnologia, ao coletivo e à libertação de padrões antigos.