Tânia Laranjo também não tem passado despercebida… tal como a tempestade que, nas últimas semanas, tem fustigado o país de norte a sul.
A jornalista do Correio da Manhã saiu da redação e veio para o terreno, ou melhor dizendo, veio para as cheias. E, se há coisa que já percebemos, é que esta mulher não faz coberturas: faz temporadas completas. Em poucos dias, já a vimos em todo o lado, a mostrar de tudo, sempre com a mesma energia de quem acorda e pensa: “Hoje vou só ali fazer um direto”… e acaba a dormir com o colete salva-vidas.
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Primeiro, andou de bote com os fuzileiros. Agora, quando já achávamos que nada nos podia surpreender, eis que a encontramos da melhor forma possível: num helicóptero, a sobrevoar o rio Tejo, como quem diz “se não dá por terra, vamos por ar”.
E claro… muitos são os que gozam com a jornalista. Mas acham mesmo que ela fica afetada com as figuras que faz? Claro que não. Até porque Tânia já recorreu às suas redes sociais para responder às críticas: “Faz hoje 12 dias que o temporal começou. Há 13 dias saí de casa “só ali” para fazer um serviço e voltar à noite. Spoiler: ainda não voltei”, começou por escrever.
“Já tive frio, chuva e fome. Já molhei os pés e os olhos. Já ri em momentos pouco próprios – quando o Afonso me aparece encharcado até aos ossos – e já me emocionei a ouvir histórias de quem perdeu tudo. Já entrei em modo pânico porque a Francisca não atendia. Já gritei com colegas (desculpem) e já aplaudi de pé esta equipa absolutamente incrível”, acrescentou.
E não ficou por aí. “Já andei de bote, já apareci na televisão com um cabelo que claramente perdeu a batalha contra a água e o vento e já apresentei o Doa a Quem Doer, que, confirmando todas as probabilidades, voltou a ser o programa mais visto do cabo. Também me tornei meme. Sobrevivi. Ri-me dos erros. E no meio disto tudo, sei uma coisa: estou exatamente onde quero estar. No país real. Com as pessoas reais. As mesmas que, todos os dias, continuam a confiar na CMTV”, rematou.
Só falta mesmo acrescentar: já andei de helicóptero sobre o rio Tejo.