Região

Município de Penela atribui geradores às juntas de freguesia do concelho

Notícias de Coimbra com Lusa | 4 horas atrás em 07-02-2026

A Câmara Municipal de Penela adquiriu e atribuiu quatro geradores às juntas de freguesia do concelho, em resposta aos efeitos do mau tempo e como medida preventiva de futuro, disse a autarquia.

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“Esta medida, que surge como resposta às consequências das recentes tempestades e dos seus efeitos, tem também como objetivo antecipar situações futuras e dar mais resiliência às juntas de freguesia”, justificou o município em comunicado enviado à Lusa.

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Com este equipamento, as juntas de freguesia “poderão garantir parcialmente o seu funcionamento e assegurar a resposta imediata em caso de quebras de energia ou quando ativados pela Proteção Civil Municipal”, acrescentou.

A aquisição dos quatro geradores de 8kw significou um investimento na ordem de 4 mil euros da Câmara Municipal.

Para a autarquia, os geradores “são também importantes para a resolução de ocorrências ou danos causados em equipamentos públicos pelas tempestades”.

O presidente da Câmara Municipal de Penela destacou “o simbolismo da medida, mas também a sua importância”.

“Estamos a capacitar as Juntas de Freguesia (que integram o sistema de Proteção Civil Municipal e que são o órgão mais próximo dos cidadãos) com mais ferramentas para responder às necessidades dos seus fregueses”, disse Eduardo Nogueira dos Santos, citado no comunicado.

O autarca agradeceu às juntas de freguesia “pela forma solidária e disponível como têm estado junto da Câmara Municipal nas respostas às situações causadas pelas tempestades”.

Treze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.

O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.