Justiça

Quem é o homem que matou a filha de Delfina Cruz? “Conhecia-a bem” mas não havia relação amorosa

NOTÍCIAS DE COIMBRA | 3 horas atrás em 02-02-2026

Imagem: Facebook

A Polícia Judiciária (PJ) deteve o presumível autor do homicídio de Maria Custódia Amaral, agente imobiliária desaparecida desde o dia 19 de janeiro. A investigação, que durou cerca de 12 dias, terminou com a descoberta do corpo e a detenção de um homem que já conhecia a vítima e está agora sob custódia policial.

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Maria Amaral, filha da atriz Delfina Cruz, tinha sido vista pela última vez no dia 19 de janeiro e estava desaparecida, gerando intensa preocupação entre familiares e amigos. Ao longo dos últimos dias, várias buscas foram realizadas e houve apelos públicos para recolher informações que pudessem ajudar a localizar a consultora imobiliária.

No dia 31 de janeiro de 2026, a Polícia Judiciária, através da Unidade Nacional de Contraterrorismo, identificou e deteve o presumível homicida na zona da Lourinhã. Durante a operação foi cumprido um mandado de detenção fora de flagrante delito e o suspeito foi levado para interrogatório.

Segundo as autoridades, vestígios hemáticos (sangue) relevantes foram encontrados na residência do suspeito durante uma busca domiciliária, reforçando a suspeita de envolvimento no crime.

As autoridades localizaram o corpo de Maria Amaral enterrado junto à Lagoa de Óbidos. De acordo com as informações do Correio da Manhã, o homicídio ocorreu na casa do suspeito, onde este teria atraído a vítima antes de a matar e esconder o corpo naquela área.

Até ao momento, as autoridades confirmaram apenas que a vítima e o suspeito se conheciam, mas não divulgaram detalhes sobre a natureza da relação. Não se trata do atual namorado de Maria Amaral e o homem tinha uma relação próxima, embora não sentimental.

O suspeito será apresentado a juiz para determinação de medidas de coação, enquanto a PJ continua a investigação para apurar todas as circunstâncias que levaram ao homicídio. A autópsia ao corpo de Maria Amaral deverá fornecer informações cruciais sobre as causas e a dinâmica da morte.