A fúria do vento provocada pela recente tempestade causou danos significativos na empresa da Electroanagueis, localizada na região de Coimbra. O telhado da empresa foi completamente arrancado, deixando a instalação exposta e levando a empresa a fechar temporariamente.
Leonor, filha de um dos sócios-gerentes da empresa, explicou que a situação foi descoberta às 6:00 da manhã, quando um vizinho, a caminho do trabalho, reparou na porta aberta da empresa. “
Às 6 horas, quando um vizinho passou para ir trabalhar, ele viu a porta aberta, quando o meu pai chegou para ver estava sem telhado, completamente sem telhado”, revelou Leonor. A porta foi arrombada pela força do vento, danificando a estrutura.
“Tivemos de tirar as caixas todas do material que pedíamos, porque a eletricidade estava complicada. Se chovesse, o material poderia estragar-se e os custos aumentariam ainda mais”, explicou Leonor, visivelmente preocupada com os prejuízos materiais.
A empresa, que opera no ramo da eletricidade e canalização, ficou fechada por tempo indeterminado, com Leonor a estimar que a empresa não reabra esta semana devido à magnitude dos danos.
“Em conversa entre nós, pensamos que não será possível abrir esta semana. Há sempre muito trabalho, especialmente nesta área, mas a falta de pessoal torna as coisas ainda mais difíceis”, disse.
Apesar da situação grave, Leonor revelou que a empresa conta com seguro e que, por agora, a prioridade está em minimizar os danos e proteger a estrutura. Para isso, uma equipa de cerca de 15 pessoas está a trabalhar incansavelmente, incluindo tanto funcionários da empresa como amigos da comunidade local.
Apesar dos estragos, Leonor espera que, com os esforços da equipa e da comunidade, a normalidade seja restaurada em breve. “Esperamos conseguir abrir na próxima segunda-feira. Estamos a trabalhar para minimizar os danos e voltar ao trabalho o mais rápido possível”, concluiu.