Uma fuga de óleo num automóvel pode parecer um problema menor, mas é muitas vezes o primeiro sinal de avarias graves e dispendiosas. Além de colocar o motor em risco, este tipo de situação tem também um impacto negativo no ambiente, o que torna essencial identificar rapidamente as causas e os sinais de alerta.
Manchas no chão onde o carro esteve estacionado são o indício mais óbvio, mas há outros sintomas a ter em conta, como cheiro a óleo queimado, ruídos anormais do motor, níveis de óleo abaixo do normal ou o acender da luz avisadora no painel de instrumentos. Ignorar estes sinais pode levar a danos sérios no motor.
Entre as causas mais comuns estão o tampão do cárter mal apertado, um problema simples mas frequente após a troca de óleo, juntas desgastadas que deixam escapar o lubrificante, danos no cárter provocados por impactos na parte inferior do veículo e o desgaste de componentes internos do motor ou do turbo, muitas vezes acompanhado por fumo azulado, escreve o Notícias ao Minuto.
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O óleo é fundamental para lubrificar, arrefecer e proteger as peças do motor. Quando os níveis são insuficientes, o risco de sobreaquecimento e avaria grave aumenta significativamente. Por isso, é recomendável verificar o nível de óleo com regularidade, idealmente a cada 1.000 quilómetros e com o motor frio.
Para além dos danos mecânicos, as fugas de óleo contribuem para a poluição ambiental, uma vez que o óleo derramado acaba por chegar aos solos e cursos de água. Pequenas fugas, repetidas ao longo do tempo, representam uma fonte significativa de contaminação, tornando a manutenção preventiva uma responsabilidade não só para o carro, mas também para o ambiente.
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