Faz hoje cinco meses que um incêndio devastador consumiu o armazém e parte das plantações da Belaberry, empresa dedicada à produção de mirtilos, na Serra da Lousã, em Serpins.
O fogo destruiu não só a infraestrutura, mas também máquinas, câmaras frigoríficas, arcas e os 22 painéis solares recentemente instalados.
Nas redes sociais, a empresa relata que, apesar da destruição causada pelo incêndio, a recuperação tem sido dificultada por um problema inesperado: os veados e corços que têm destruído parte do que sobreviveu e das novas plantações.
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“Queríamos ter boas notícias, queríamos parar de mostrar destruição, queríamos conseguir recomeçar em paz, mas isso não tem sido possível. Por um lado, temos veados e corços a destruir o que se salvou e o que já plantámos de novo; por outro, o silêncio das instituições que contactámos”, partilhou a Belaberry.
Apesar dos obstáculos, a empresa mantém-se firme: “Decidimos que não íamos desistir após o incêndio e não vamos desistir agora”. A Belaberry continua a apelar a respostas e apoio para conseguir proteger o que resta das plantações e prosseguir a recuperação.
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