Política

Coimbra: Cotrim Figueiredo garante estar “de pé, inteiro e pronto para a luta e fazer história”

Notícias de Coimbra com Lusa | 3 horas atrás em 14-01-2026

O candidato presidencial Cotrim Figueiredo garantiu estar “de pé, inteiro, pronto para a luta e para fazer história”, depois de “dias difíceis” na sequência de uma denúncia por assédio sexual e por não excluir apoio a nenhum candidato, incluindo Ventura.

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“Aqui estou de pé, inteiro, pronto para a luta e pronto para fazer história convosco”, disse Cotrim Figueiredo num curto discurso num comício em Coimbra para cerca de 250 apoiantes, depois de uma entrada enérgica.

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Visivelmente entusiasmado, depois de arrancar palmas da sala inteira, o também eurodeputado repetiu: “Aqui estou, aqui estou de pé”.

“Agora, já não nos conseguem parar”, prosseguiu o candidato, apoiado pela Iniciativa Liberal (IL).

Nos últimos dois dias, Cotrim Figueiredo foi criticado por ter dito que não excluía o apoio a nenhum candidato numa eventual segunda volta em que não marcasse presença, incluindo André Ventura, tendo, depois, dito que foi um “momento bastante infeliz” e não saber o “que lhe passou pela cabeça” para proferir tal afirmação.

A isto juntou-se uma denúncia de assédio sexual por parte de uma ex-assessora do Grupo Parlamentar da IL que ele negou e que atribuiu a uma “manobra de política suja”.

“Tenho que vos dizer que estes últimos dias não foram fáceis, eu não o escondo, mas os que julgam que me conseguem desmoralizar com estes ataques vis e esta campanha suja, desenganem-se”, acentuou.

O antigo líder da IL, que foi sendo interrompido por aplausos, revelou que as centenas de mensagens de apoio e de manifestações de solidariedade que recebeu deram-lhe alento para lutar “ainda com mais força” pelo país em que acredita.

“O que os últimos dias mostraram foi uma onda crescente de apoio, um número cada vez maior de pessoas a juntarem-se à nossa candidatura, uma esperança crescente por um futuro melhor”, destacou.

Cotrim Figueiredo, que tem repetido que é o rosto da mudança de Portugal, reafirmou que “é sua a responsabilidade de um momento de mudança que chegou ao país”.

“Vamos fazer histórias juntos? Vemo-nos na segunda volta”, concluiu.

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