8 dias após o homicídio de Hélio Jacinto, realizaram-se esta quinta-feira, 8 de janeiro, as cerimónias fúnebres do pescador, assassinado à facada na praia da Leirosa, na Figueira da Foz.
A capela junto ao mar ficou pequena para acolher todos aqueles que quiseram prestar uma última homenagem ao pescador, que foi sepultado no cemitério da Marinha das Ondas.
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O clima na comunidade piscatória continua marcado por choque, revolta e sentimento de injustiça. Segundo relatos, familiares e colegas lamentam o crime e os contornos que o rodeiam.
O principal suspeito do homicídio é José Romão, cunhado da vítima, que se encontra em prisão preventiva. A Polícia Judiciária do Centro continua a investigação e novas provas foram recentemente entregues às autoridades. Não é descartada a possibilidade de surgirem mais arguidos envolvidos no caso.
A morte de Hélio Jacinto deixou uma comunidade profundamente abalada, que procura respostas e justiça para o crime que tirou a vida do pescador.
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