As 40 pessoas, incluindo uma portuguesa, que morreram no incêndio num bar na estância de esqui suíça de Crans-Montana na noite de Ano Novo estão todas identificadas, anunciou hoje a polícia do cantão do Valais.
A polícia contabilizou um total de 21 suíços, nove franceses, incluindo um franco-suíço, uma pessoa com tripla nacionalidade França/Israel/Reino Unido, seis italianos, incluindo um italo-emiradense, uma belga, uma portuguesa, um romeno e um turco, segundo um comunicado.
As vítimas mortais têm entre 14 e 39 anos, sendo 21 delas menores, segundo a informação oficial.
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O Governo português confirmou e lamentou hoje a morte da cidadã portuguesa.
“O Ministério dos Negócios Estrangeiros confirma e lamenta profundamente a morte da cidadã de nacionalidade portuguesa, Fany Pinheiro Magalhães, que estava desaparecida na sequência da tragédia ocorrida em Crans-Montana, na Suíça. Quer as autoridades suíças, quer o Estado português já apresentaram condolências à família”, indicou o executivo num curto comunicado.
Estão ainda por identificar seis dos 119 feridos, cuja identidade as autoridades ainda não conseguiram estabelecer.
Segundo as autoridades federais suíças, 35 feridos, com queimaduras extensas e graves, foram transferidos para hospitais em França, Bélgica, Alemanha e Itália.
Em Crans-Montana, centenas de pessoas assistiram a uma missa no exterior da lotada capela de São Cristóvão de Crans, numa de muitas homenagens prestadas hoje às vítimas do incêndio no bar, onde festejavam a noite de Ano Novo
Novas homenagens estão previstas para a próxima sexta-feira, dia 09 de janeiro, decretado pelas autoridades dia de luto nacional na Suíça.
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