Anúncio feito pela presidente da câmara no período antes da ordem do dia.
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Ana Abrunhosa revelou que 11 delas já foram abatidas e as restantes serão em breve. Devido à tempestade Kristin, há mais dois exemplares que correm o risco de também serem abatidas, mas o município vai estudar as restantes árvores naquela artéria para determinar se há necessidade de se proceder a mais cortes.
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Sobre as razões que levam a esta decisão, a autarca explicou que existe “risco elevado de rutura já identificado em relatórios anteriores em sete exemplares; fragilidades estruturais confirmadas em avaliação independente em cinco exemplares; incompatibilidade técnica do sistema radicular com o projeto e futura operação do MetroBus, mesmo com afastamento do canal em 70 cm (sete exemplares) e existência de um exemplar seco”.
Esta decisão, explicou, resultou “de um processo técnico complexo e exigente que incluiu revisões de projeto, avaliações independentes e trabalhos especializados no terreno”. Frisou ainda que se trata de “uma solução ideal do ponto de vista emocional ou simbólico, mas traduz uma opção responsável, fundamentada e prudente”-
Por outro lado, corresponde “a um cenário minimizado, sustentado por avaliações técnicas independentes e pela necessidade de garantir condições de segurança, estabilidade e durabilidade da infraestrutura e do espaço público”.
“O projeto atualmente em revisão prevê a plantação de cerca de 18 novas árvores, com vista à reposição do esquema cromático característico deste arruamento”, frisou a autarca.
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