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Política

União dos Sindicatos Independentes pede audiências urgentes a governo

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A União dos Sindicatos Independentes (USI) anunciou hoje que pediu audiências urgentes ao Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, ao primeiro-ministro, António Costa, e à ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho.

De acordo com um comunicado da estrutura sindical, a USI, que agrega cinco sindicatos dos setores da banca e telecomunicações, solicitou as audiências “para que, em representação dos trabalhadores dos sindicatos que a integram, possa comunicar a sua extrema preocupação com a atual situação, partilhar a informação disponível e apresentar propostas”.

Os pedidos de audiência datam de quarta-feira, e “salientam o caráter de urgência destas reuniões face às ameaças de despedimento coletivo em curso em empresas rentáveis e com indicadores operacionais robustos”.

Os cinco sindicatos representados pela USI são o Sindicato Nacional dos Quadros e Técnicos Bancários (SNQTB), o Sindicato Independente da Banca (SIB), o Sindicato das Comunicações de Portugal (SICOMP), o Sindicato Independente dos Trabalhadores da Informação e Comunicações (SITIC) e o Sindicato Nacional dos Transportes, Comunicações e Obras Públicas (FENTCOP).

“A USI salienta que, tendo como epicentro empresas altamente lucrativas, os trabalhadores portugueses têm vindo a ser confrontados com processos massivos de eliminação de milhares de postos de trabalho, o que está a ter gravíssimas consequências de ponto de vista laboral, social e familiar”, pode ler-se no comunicado da estrutura liderada por Paulo Gonçalves Marcos, também presidente do SNQTB.

Para a USI, os despedimentos nos setores da banca e telecomunicações “são injustificados, injustos e inaceitáveis, carecendo de fundamentação e revelando falta de sensibilidade social, particularmente em tempo de pandemia”.

“Importa que a legislação nacional atenda e previna os problemas que originam estas situações (quer quanto ao regime legal do despedimento coletivo, quer quanto às normas legais que inibem os trabalhadores de impugnar os despedimentos), sendo certo que a inação a este nível tem propiciado que estes casos se repliquem” ou que “possam ainda replicar-se” em empresas médias e pequenas, alerta a USI.

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