Desporto

Tudo o que precisa de saber para acompanhar o Rally de Portugal na Região de Coimbra

António Alves | 1 semana atrás em 06-05-2026

Imagem: Rally de Portugal/Facebook

A quinta etapa do Campeonato do Mundo de Ralis vai acelerar dois dias pela região de Coimbra.

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Depois do shakedown na tarde de quarta-feira em Paredes-Baltar, os bólides do Vodafone Rally de Portugal vão mudar-se esta quinta e sexta-feira (7 e 8 de maio) para a região Centro.

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A Região de Coimbra é uma das zonas privilegiadas para a passagem dos veículos nestes dias.

O arranque oficial da prova tem lugar às 14:00 de quinta-feira na cidade de Coimbra. A Praça das Cortes, em Santa Clara, é o local escolhido para o momento protocolar de partida dos veículos.

Antes, entre as 13:10 e as 13:40, será possível tomar contacto com os principais protagonistas do WRC, bem como será feita a primeira apresentação das equipas que vão competir no território nacional.

Após o arranque, seguem-se especiais em Águeda, Sever do Vouga e Albergaria-a-Velha, terminando o primeiro dia na Figueira da Foz.

Aqui, a partida do Parque das Gaivotas está marcada para as 18:05, com o fim da secção 1 a estar prevista para as 18:33. A RTP1 transmite esta especial em canal aberto a partir das 19:00.

Depois de um dia intenso em pisos de terra, marcado por troços rápidos e zonas técnicas, os pilotos enfrentam um traçado fechado que aposta na maximização da visibilidade e espetáculo com curvas apertadas, mudanças bruscas de direção e zonas que exigem manobras de elevada precisão.

As viaturas vão pernoitar na Figueira da Foz, de onde saem na madrugada de sexta-feira depois das 06:00. O arranque das hostilidades no segundo dia do evento tem lugar em Mortágua.

A primeira passagem acontece às 07:35. Trata-se de um troço de terra que oferece ritmos elevados nos primeiros quilómetros, mas que com a passagem dos carros cria regos, zonas mais soltas e acumulação de pedras.

A segunda classificativa de Mortágua acontece às 15:40, com os pilotos a terem oportunidade de corrigir algum erro de abordagem feita às curvas mais fechadas durante a primeira passagem.

Depois, os pilotos do Vodafone Rally de Portugal dirigem-se à catedral da prova: Arganil. O tiro de partida para a primeira passagem pela classificativa é dado às 08:55.

Trata-se de um traçado de enorme exigência física e mental para os pilotos, já que após as zonas de maior fluidez surgem zonas mais técnicas e de difícil leitura. O piso em terra, muito sensível às condições meteorológicas, pode levar a mudanças no traçado, criando dessa forma alguma imprevisibilidade da condução.

Os carros e pilotos reagrupam a meio da manhã de sexta-feira no Parque de Assistência instalado no Parque Verde do Subpaço em Arganil. Se os horários forem cumpridos, o primeiro carro deve entrar nesta zona às 11:27. É deste local que os carros saem para a segunda passagem por Arganil que tem início às 12:25.

Antes de voltarem a Arganil, há ainda tempo para uma primeira passagem pelo novo traçado da Lousã com início às 10:13. Inserido em plena Serra da Lousã, os pilotos enfrentam sete quilómetros de curvas e contra-curvas e onde é necessário alguma consistência.

Na prática, é uma especial com duas zonas espetáculo e uma zona de público onde é extremamente difícil recuperar tempo após um erro, devido ao seu caráter fechado e técnico. A segunda passagem está marcada para as 14:03.

O Rally de Portugal tem agendada uma passagem por Góis. A especial tem início às 13:20 e tem um traçado que se destaca pelas estradas de montanha estreitas, sinuosas e muito técnicas que obriga os pilotos a uma precisão muito grande na condução.

Góis é também conhecido pelo ambiente único criado pelo público, principalmente na zona das eólicas onde a gestão dos pneus volta a ser crucial devido ao esforço contínuo e às zonas mais abrasivas. Trata-se de uma especial que pode provocar mudanças na classificação da prova.

Não se esqueça: assista ao Vodafone Rally de Portugal em segurança e tenha em mente que “o inesperado pode acontecer”.

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