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Coimbra

Sete candidatos à Câmara de Coimbra concordam com “refundação” da ACIC

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A Associação Empresarial da Região de Coimbra (NERC) mudou o seu nome para NERC-ACIC e vai promover a “refundação” da antiga associação, que teve mais de 140 anos de atividade até ser declarada insolvente em 2013. O Notícias de Coimbra questionou todas as candidaturas à Câmara Municpal de Coimbra sobre a intenção da instituição liderada por Pina Prata.

As 7 candidaturas que responderam às questões colocadas pelo NDC concordam com a decisão. Até ao momento não obtivemos resposta da candidatura do PS, cujo cabeça de lista à Câmara de Coimbra é o recandidato Manuel Machado.

A coligação Juntos Somos Coimbra considera que é “essencial que Coimbra disponha de um associativismo empresarial forte. Para José Manuel Silva é “fundamental que os empresários trabalhem em rede e potencializem sinergias.”

A Iniciativa Liberal vê “com alegria a vontade de refundar a ACIC.” A candidatura liderada por Tiago Meireles Ribeiro salienta que “o sinal da comunidade empresarial a organizar-se reforça a convicção de que há energia em Coimbra e de que chegou o momento de tirar os pés do travão na Câmara Municipal.”

O candidato do Chega acredita que uma “entidade representativa dos empresários e empresas da cidade e da região com presença e postura resiliente é uma mais-valia para todos. Miguel Ângelo Marques considera que a “cidade necessita de parceiros que possam contribuir para a renovação das mentalidades e das estruturas de apoio ao sector empresarial” e espera que a “refundação seja uma aposta ganha e desejo os maiores sucessos”.

O Partido Animais e Natureza afirma que as “associações comerciais e industriais são parceiros determinantes no apoio aos pequenos empresários do comércio de proximidade, profundamente afetados pela crise pandémica”. Para Filipe Reis o “apoio ao investimento, às candidaturas aos fundos disponíveis, aos processos de formação e desenvolvimento de competências e serviços técnicos de suporte são esclarecedores sobre a necessidade da existência de estruturas” como a ACIC.

A CDU defende que compete aos próprios empresários criar as associações tal como compete aos trabalhadores criar associações congéneres. “É importante que existam associações como a ACIC” e por isso Francisco Queirós aguarda com “expectativa e simpatia a constituição”. 

Para os Cidadãos por Coimbra, o “movimento associativo da grande Coimbra necessita de uma ACIC dinâmica e independente dos poderes políticos local, regional e nacional. O impulso à associação comercial e empresarial deve ser feito pelos comerciantes e industriais”, para que a organização não “nasça viciada” até porque – afirma Jorge Gouveia Monteiro – é preciso aprender com o passado”. O candidato à Câmara de Coimbra pelo movimento independente reconhece que “as autarquias devem apoiar, co-organizar, ser fortemente cúmplices e solidárias com as iniciativas e projetos da ACIC”.

A coligação “Coimbra é Capital” concorda com a refundação da ACIC “desde que seja num plano de total transparência construindo entendimento entre empresários, comerciantes, instituições, associações e cooperativas e a Câmara Municipal.”  Inês Tafula pretende que “Coimbra se torne uma verdadeira capital de distrito, que não o seja só no papel” e admite que o concelho “têm toda a capacidade humana, criativa, tecnológica para ser uma referência a nível internacional”.

Considerando que está perdido todo o património edificado da ACIC (Associação Comercial e Industrial de Coimbra, por manifesta impossibilidade da sua recuperação e que é preciso lutar no sentido de preservar todo o património histórico, empresarial, cultural e associativo, a NERC  entende que a “ACIC deve ser refundada com novo programa adaptado às realidades atuais, integrando e motivando o mundo empresarial para a necessidade da existência duma associação que os represente e imprima dinamismo à região centro de Portugal, devendo para isso ser convidados todos os empresários a fazerem a sua adesão, bem como elaborar um programa e um plano de ação modernos e ainda convidar todos os ex-associados e ex-presidentes da ACIC a formarem o núcleo central da refundação”.

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