O verão terminou, mas os números deixam um alerta sobre os riscos associados ao mar.
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Entre maio e setembro, foram registados milhares de episódios de assistência nas praias portuguesas, incluindo dezenas de casos que acabaram em morte.
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Entre 1 de maio e 30 de setembro, a Autoridade Marítima Nacional (AMN) contabilizou 30 acidentes mortais, 1.418 salvamentos e 2.609 ações de primeiros-socorros durante a época balnear de 2026.
O afogamento foi a causa provável de 17 das mortes registadas. Quatro aconteceram em praias marítimas vigiadas, oito em praias marítimas não vigiadas, duas em praias marítimas fora da época balnear e não vigiadas à data dos acidentes e três em zonas marítimas não vigiadas.
A doença súbita esteve na origem provável de outras 12 mortes. Seis ocorreram em praias marítimas vigiadas, três em outras zonas marítimas não vigiadas e três em praias marítimas fora da época balnear, que não estavam a ser vigiadas no momento dos acidentes.
Num dos casos, não foi possível determinar a causa provável da morte. O acidente aconteceu numa praia marítima vigiada.
No que diz respeito aos locais, 11 acidentes mortais ocorreram em praias marítimas vigiadas e outros 11 em praias marítimas não vigiadas.
Foram ainda registadas cinco mortes em praias marítimas fora da época balnear, que não se encontravam vigiadas à data dos acidentes. As restantes três aconteceram noutras zonas marítimas não vigiadas.
Durante os cinco meses da época balnear, os meios de assistência realizaram 1.418 salvamentos e prestaram primeiros-socorros em 2.609 situações.
Os dados constam do balanço da época balnear de 2026 divulgado pela Autoridade Marítima Nacional.
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