Região
Pedro e Miguel são irmãos e querem fazer crescer o sonho que construíram juntos em Oliveira do Hospital
A empresa Pedro e Miguel Metal LDA, prepara a instalação de uma nova unidade dedicada à construção de casas modulares e estruturas metálicas, num investimento inicial de 1,5 milhões de euros que deverá permitir a criação de oito postos de trabalho.
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O projeto foi apresentado esta sexta-feira, com os responsáveis a apontarem para um prazo de cerca de um ano até à conclusão das instalações e início da atividade.
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“O investimento que está aqui previsto nesta primeira fase é de um milhão e meio de euros e vamos criar oito postos de trabalho”, explicou um dos responsáveis pelo projeto, acrescentando que a intenção passa por reforçar a capacidade da empresa a curto prazo.
“A nossa ideia, minha e do meu irmão, é dentro de um ano, dois anos, estarmos a apoiar já estas novas instalações, para criarmos ainda mais postos de trabalho e fazer um investimento muito superior àquilo que vamos estar a fazer neste preciso momento”, afirmou.
A previsão é que a nova unidade esteja operacional dentro de aproximadamente um ano. “Nós queríamos ver se tínhamos mais ou menos um anito, daqui a um ano, estarmos já aqui com tudo a funcionar”, adiantou.
A empresa pretende apostar sobretudo na construção de casas modulares, entregues ao cliente completamente prontas a instalar no terreno.
“Nós aqui o que vamos fazer é casas modulares, ou seja, nós pegamos numa casa, numa estrutura e quando saírem daqui as casas vão completamente prontas, ou seja, com eletrodomésticos, prontinhas, é só pegar uma grua e instalar no terreno do nosso cliente”, explicou.
Os responsáveis apontam para prazos de construção relativamente reduzidos, que poderão variar consoante a dimensão e o nível de personalização pretendido.
“Um cliente que queira um T1 vai ter aproximadamente, a nível de construção, sinceramente um mês, mês e meio. Um T2, dois meses, a três meses”, referiu.
Os tempos dependerão, contudo, das áreas, dos materiais e dos requisitos definidos por cada comprador. A empresa pretende disponibilizar modelos standard, mas também soluções personalizadas.
“Nós vamos ter casas standard, modelo standard e vamos também ter casas personalizadas ao gosto do cliente”, destacou.
Apesar de a construção modular ser uma das principais apostas, o projeto terá uma atividade mais abrangente. A empresa pretende também trabalhar na área das estruturas metálicas, renovação de coberturas, construção de pavilhões e contentores de escritórios, entre outras soluções.
“Não só nas casas modulares, nós também vamos estar vocacionados para fazer estruturas metálicas, renovações de coberturas, fazer pavilhões, vamos também fazer contentores de escritórios, vamos fazer WCs para pôr em festas, onde for necessário”, explicou.
A estratégia passa ainda por desenvolver, progressivamente, uma gama diversificada de produtos que possa ser comercializada diretamente aos clientes.
A empresa revela também já ter contactos com outras empresas interessadas na produção de componentes e estruturas. Entre os potenciais parceiros está, segundo os responsáveis, uma multinacional norte-americana.
“Nós inclusivamente temos uma empresa multinacional norte-americana que já quer trabalhar connosco, ou seja, já quer que nós sejamos nós aqui nas nossas instalações a fabricar certas e determinadas peças para a área de negócios delas”, revelou.
Embora o mercado nacional esteja entre as prioridades, a empresa pretende desde cedo apostar também na exportação.
“A nossa ideia é trabalhar com o mercado nacional e, obviamente, a nossa ideia também é trabalhar para o mercado de exportação”, afirmou.
Nesse sentido, já estarão a ser desenvolvidos contactos com potenciais clientes e parceiros em diferentes mercados.
“Nós já fizemos, temos já vários contactos, tanto para o continente africano como para o continente europeu”, acrescentou.
A expectativa é que, quando as instalações estiverem concluídas, a empresa possa avançar de imediato para esses mercados. “Assim que nós tivermos as nossas instalações prontas, nós estaremos já com o mercado e com os canais abertos para começarmos a trabalhar e a podermos exportar”, concluiu.
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