É aceite “por uso e costume”, referem as associações naturistas.
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Os amantes do naturismo não têm a vida facilitada na região de Coimbra. De acordo com a Federação Portuguesa de Naturismo, as praias naturistas oficiais estão todas a sul do Tejo.
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Com zonas distintas de utilização, as áreas naturistas ficam normalmente a sul da praia que lhe dá o nome. Esta indicação não é uma regra, sendo apenas uma constatação.
Nesta região, existem alguns locais onde o naturismo é aceite por uso e costume. Um dos espaços mais falados é a extremidade sul da Praia da Murtinheira (Figueira da Foz), junto às dunas e rochas, onde há maior recato e privacidade.
Junto ao Parque de Campismo da Orbitur, na Gala (Figueira da Foz), é possível fazer nudismo no lado sul. O acesso é feito através de uma vereda de areia pelo pinhal a norte da vedação do parque, até cerca de cem metros antes do acesso à praia. Depois, é só seguir para o lado sul onde o nudismo é habitual. A zona é conhecida pela areia branca, com dunas altas.
Ainda no concelho da Figueira da Foz, existem referências à Praia da Costinha. O acesso é feito pela saída do Itinerário Complementar 1 na direção Oeste, que passa pela Lagoa das Braças e segue pelo interior da mata. O piso de acesso está em mau estado e a distância para lá chegar é grande.
O Palheirão situa-se entre Aveiro e a Figueira da Foz, mais concretamente entre Mira e Tocha. Pode aceder-se a partir do IC1-N109, por várias formas: a partir de Ermida, virar para oeste e seguir sempre em frente até Palheirão; a partir da Tocha, seguir em direção à praia e, 500 metros antes, virar para Norte por uma estrada de terra batida e tomar o cruzamento para Palheirão (esquerda), após o que é mais meio quilómetro até ao destino.
Também se pode aceder para sul a partir da Praia de Mira, pela estrada junto aos parques de campismo, até ao cruzamento (para a direita, oeste) que leva ao Palheirão. De acordo com a Federação Portuguesa de Naturismo, é uma “praia muito agradável, areal extenso e águas limpas que formam pequenos lagos na maré vazia”. “De notar a ausência quase completa de “mirones”, frisam.
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