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Coimbra

Manuel Machado mostra obras na margens do Mondego

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A Câmara Municipal (CM) de Coimbra tem em curso vários investimentos nas margens do rio Mondego. A convite do presidente da Câmara, Manuel Machado, a presidente da Comissão Diretiva do Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (PO SEUR), Helena Azevedo, visitou ontem a empreitada de estabilização da margem direita do rio, entre a ponte de Santa Clara e o Açude-Ponte de Coimbra, que é financiada por este programa. O itinerário da visita incluiu as instalações dos SMTUC e a obra de requalificação do Parque Manuel Braga, num percurso realizado a bordo de um dos novos nove miniautocarros 100% elétricos, também financiados pelo PO SEUR, que servem o relançamento da Ecovia.

Já são visíveis os trabalhos em curso da empreitada de requalificação do espaço público na margem direita do rio Mondego, entre a Ponte de Santa Clara e o Açude-Ponte de Coimbra. Um investimento de cerca de 10M€, tendo comparticipação europeia de 85%, através do PO SEUR, no âmbito do quadro comunitário de apoio Portugal 2020, assegurando o Município de Coimbra a contrapartida nacional (15%).

Esta obra na zona ribeirinha de Coimbra foi ontem visitada por Helena Azevedo, a presidente da Comissão Diretiva do PO SEUR, a convite de Manuel Machado, que se fez acompanhar pela vereadora Regina Bento, por membros do Conselho de Administração da empresa municipal Águas de Coimbra, por funcionários municipais e do PO SEUR. 

Uma empreitada que decorre a bom ritmo e que visa executar novos muros de contenção do rio e requalificar toda a margem das avenidas Cidade de Aeminium e Emídio Navarro, aumentando a segurança, a beleza, os espaços pedonais e verdes e a fruição desta zona ribeirinha. A obra inclui trabalhos de terraplenagem e pavimentação, a reformulação das redes de saneamento, eletricidade e iluminação pública e a execução de trabalhos de sinalização rodoviária e de integração paisagística. O projeto de arquitetura prevê também a definição de zonas de estar mais amplas, destinadas aos peões, e de relação com o plano de água – nomeadamente a reformulação das atuais rampas de acesso ao rio.

A visita à obra foi realizada a bordo de um dos nove novos miniautocarros 100% elétricos que a autarquia adquiriu para modernizar a frota dos Serviços Municipalizados de Transportes Urbanos de Coimbra (SMTUC) com viaturas mais ecológicas. Um investimento de 2,8M€, que também teve comparticipação do PO SEUR, e que permitiu a reativação do serviço Ecovia. Para além da redução dos gases carbónicos para a atmosfera com a entrada em funcionamento da Ecovia, o objetivo da CM Coimbra é também continuar a renovar a frota dos SMTUC precisamente com veículos com melhor desempenho ambiental e reduzir, ainda mais, o impacto negativo das emissões de gases com efeito de estufa.

Por fim, a visita passou ainda pela obra em curso de requalificação do Parque Manuel Braga e dos respetivos muros. Uma empreitada que visa melhorar o estado de conservação deste jardim municipal e estabilizar os muros da orla ribeirinha em toda a sua extensão, para além de requalificar o coreto, intervir no património arbóreo existente e plantar 55 novas árvores. Um investimento superior a 4,8M€, que tem comparticipação financeira do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional e integra o Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano de Coimbra.

Esta intervenção, não sendo financiada pelo PO SEUR, articula-se e pretende dar continuidade à intervenção de requalificação da margem direita entre a Ponte de Santa Clara e o Açude-Ponte de Coimbra, bem como do desassoreamento do rio Mondego, ambas as intervenções cofinanciadas pelo PO SEUR. Recorde-se que o desassoreamento representou um investimento superior a 4M€ e os trabalhos concluídos visaram repor o leito do rio em níveis próximos dos registados em 1985, ano da construção do Açude-Ponte de Coimbra.

Este são alguns dos investimentos da CM Coimbra para dar continuidade à ampla operação de requalificação da zona ribeirinha, prosseguindo assim com a estratégia de virar a cidade para o rio Mondego e de o colocar ao usufruto da população, num investimento que já é previsivelmente superior a 30 milhões de euros.

 

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