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Lazer

Jovens refletem em Fátima sobre a “dignidade humana”

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Mais de cinco mil alunos de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC) participam hoje, em Fátima, no 20.º Interescolas Nacional daquela disciplina, refletindo sobre a importância do respeito pela “dignidade humana”.

O encontro, que se realiza depois de dois anos de interregno devido à pandemia de covid-19, reúne alunos de 82 agrupamentos de escolas do continente, segundo informação publicada na página Educris, da Comissão Episcopal da Educação Cristã e Doutrina da Fé.

Subordinado ao lema “Com EMRC, tu és especial”, o evento tem como pano de fundo o “momento de guerra e incerteza na Europa”, mas com a preocupação de transmitir uma perspetiva de alegria aos alunos presentes.

“São vinte anos a realizar o Interescolas e quisemos prepará-lo com um ‘passaporte da alegria’ onde os alunos aprofundaram e trabalharam, através de uma aplicação digital, valores que são basilares à vida em sociedade e à cultura onde nos encontramos, como a dignidade de cada um, o reconhecimento do outro enquanto ser único, a amizade e a fraternidade”, explicou Fátima Nunes, da equipa nacional da EMRC.

Um momento cultural, com a peça teatral “Uma Viagem especial”, pela companhia Espelho Mágico, e um encontro na basílica Santíssima Trindade, com uma cerimónia presidida por José Ornelas, bispo de Leiria-Fátima e presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, integram o programa do encontro.

“Queremos que seja um dia de festa, animação e muita alegria, na certeza de que cada um conta e é especial e que a opção pela disciplina é também lugar de aprender valores fundamentais para a vida de cada um que, tantas vezes, não se veem logo, mas que marcam a diferença no futuro”, adiantou Fátima Nunes.

A oferta obrigatória da disciplina curricular de Educação Moral e Religiosa Católica do Ensino Básico ao Secundário, e também dos cursos profissionais, está prevista na legislação, como informa a agência Ecclesia, a propósito do encontro de hoje.

A Concordata assinada em 2004 entre Portugal e a Santa Sé consagra a existência da disciplina de EMRC, sendo os professores propostos pelos bispos, nomeados pelo Estado e pagos pela tutela; é uma componente do currículo nacional, de oferta obrigatória por parte dos estabelecimentos de ensino e de frequência facultativa.

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