O festival Alive, cuja 18.ª edição termina hoje, já tem regresso marcado ao Passeio Marítimo de Algés, em Oeiras, em 2027, nos dias 08, 09 e 10 de julho, anunciou o promotor Álvaro Covões.
PUBLICIDADE
Numa conferência de imprensa no recinto, ao início da noite, Álvaro Covões fez um primeiro balanço desta edição, cuja noite de hoje “ainda vai ser longa”.
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
O recinto atingiu a lotação máxima, 56 mil pessoas, na sexta-feira, sendo o mesmo esperado para hoje, visto que é o segundo dia desta edição com bilhetes esgotados.
Segundo o promotor, na quinta-feira, o primeiro dia desta edição, estiveram no NOS Alive cerca de 48 mil pessoas, o que faz um total de 160 mil espetadores ao longo dos três dias.
Com atuações divididas por oito palcos, incluindo um dedicado à literatura e um outro à comédia, para Álvaro Covões “comprovou-se que todos os palcos são principais e todos os artistas são principais”, tendo havido “espetáculos absolutamente extraordinários em todos os palcos”.
O promotor falou do novo Palco Literário, que acolheu conversas com autores portugueses como Valter Hugo Mãe, Pedro Chagas Freitas, Afonso Cruz, Luísa Sobral e Hugo van Der Ding, como “uma grande vitória para a cultura portuguesa”.
“A leitura é talvez uma das bases da Cultura”, defendeu, partilhando que “foi um orgulho muito grande” nenhum dos autores convidados ter negado o convite para estar no festival.
“Só tenho pena que na música não seja assim”, gracejou.
O NOS Alive encerra hoje com o regresso aos palcos dos Buraka Som Sistema.
Aquela que é uma das mais internacionais bandas portuguesas anunciou, no verão de 2015, que entraria em 2016 numa pausa por tempo indeterminado, coincidindo com uma década de existência dedicada à música, de cariz mais eletrónico.
O grupo, que tornou global o kuduro, um dos ritmos de guetos e subúrbios apropriados para as pistas de dança, deu mais de 800 concertos, editou três álbuns e um EP.
Os Buraka Som Sistema sobem ao palco principal às 00:55 de domingo.
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE