Gonçalo Moura da Costa foi reconduzido como Presidente da VINISICÓ, num processo que assinala o início de um novo ciclo na associação. A mensagem é clara: terminou o tempo da inércia e da gestão acomodada.
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A direção agora em funções é composta por Marta Ramos (Vice-Presidente), Mariana Simões (Secretária) e Francisco Alves (Tesoureiro), integrando ainda como vogais Ricardo Costa, João Vitorino e Ramiro Simões. A Assembleia Geral será presidida pela Eng. Diana Ventura e o Conselho Fiscal por Luís Reis.
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Na mesma sessão foram aprovados os relatórios e contas relativos a 2024 e 2025, bem como o plano de atividades e orçamento para 2026. Foi igualmente validada a proposta de admissão de entidades públicas como sócias da associação, reforçando a ambição de consolidar a VINISICÓ enquanto estrutura de referência no território.
No plano estratégico, o presidente assumiu que a associação entra num “tempo de viragem”, com decisões estruturantes já em curso. Entre elas, destaca-se a possibilidade concreta de reabilitação da sede através de candidatura a fundos comunitários. Em paralelo, foi assumida, sem ambiguidades, a eventual
relocalização da sede para outro concelho, caso não existam condições para uma solução sustentável.
2026 foi definido como o ano decisivo. E também como o último ano em que a VINISICÓ procurará construir pontes com o Município de Penela para encontrar uma solução comum relativamente ao espaço que é propriedade municipal, mas que foi reabilitado pela associação há cerca de 25 anos.
A direção é inequívoca: chegou o momento de o Município de Penela clarificar a sua posição e assumir o que pretende para este ativo. A associação não continuará refém de indefinições. “Não podemos andar mais um ano a empurrar com a barriga para a frente”, foi sublinhado.
No que respeita à afirmação da DOC Sicó, o compromisso é claro e estruturado. Está já em curso um trabalho que começa a ganhar forma em articulação com a GAL Terras de Sicó, contando com o apoio público de diversos governantes que têm visitado o território e reconhecido o seu potencial. O caminho exige agora rigor: avançar com o trabalho técnico e científico que sustente a proposta, envolver os produtores certificados e consolidar uma base sólida e credível.
A direção assume este processo sem hesitações nem receios. Perante os ventos contrários, as forças de bloqueio ou as vozes que classificam este objetivo como irrealista, a resposta é direta: não existem caminhos perdidos à partida. Existe trabalho, ambição e vontade.
O mandato agora iniciado assume como prioridades a reconstrução organizacional, a valorização do território e a concretização destes desígnios estruturantes. A VINISICÓ posiciona-se, assim, para um ciclo mais exigente, mais afirmativo e orientado para resultados, na defesa ativa dos interesses do território
vitivinícola de Sicó.
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