As galinhas podem, de facto, apresentar movimentos após serem decapitadas, mas apenas durante alguns segundos.
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Especialistas explicam que estes comportamentos resultam de atividade neural residual na medula espinal, que provoca contrações musculares nas asas e nas patas.
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Apesar de parecer que o animal continua “vivo”, a atividade cerebral cessa rapidamente, geralmente em menos de 30 segundos, sendo que os movimentos observados não passam de reflexos involuntários.
Casos como o de “Miracle Mike”, um galo que terá sobrevivido durante vários meses após uma tentativa falhada de decapitação, são extremamente raros e explicados por condições específicas, como a preservação de parte do cérebro responsável por funções vitais, explica o site ZAP.
Em regra, após a decapitação, a sobrevivência de uma galinha não ultrapassa um minuto.
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