Primeira Página
“São Mateus é rua, rua, rua”: cinco dias para comer, passear e dançar pelas ruas de Soure
Soure prepara-se para cinco dias de Festa de São Mateus com uma aposta clara no espaço público, no comércio local e numa tradição que o município quer manter viva: uma feira feita nas ruas e não fechada num recinto.
PUBLICIDADE
“São, de facto, cinco dias no ano em que nós celebramos o que é ser sorense”, afirmou o presidente da Câmara de Soure, destacando a importância da festa para a identidade local.
PUBLICIDADE
Para o autarca, a experiência do São Mateus passa precisamente por percorrer a vila. “É uma festa feita na rua, não é uma festa de recinto. É uma festa que se encontra pelas ruas todas de Soure”, afirmou.
A programação inclui a estreia do Mateuzinho, espaço dedicado às crianças na Praça da República, além das feiras das Cebolas e das Nozes, restauração, comércio e concertos. O programa conta com nomes como Némanus, Fernando Daniel, Nena e José Cid, mantendo a entrada gratuita.
O presidente da Câmara deixa, contudo, um convite para que os visitantes não se fiquem pelos concertos. “É vir até aqui, comer uma fartura, beber um café, estar aqui no centro da vila, passar na Rua Alexandre Herculano, chegar lá abaixo ao recinto da feira, fazer esta experiência de rua”, explicou.
A aposta pretende também beneficiar os comerciantes locais, que, segundo o autarca, estão na vila durante todo o ano. “Estão aqui 360 dias no ano, não é os outros cinco. (…) Queremos ajudar estes que são verdadeiramente os nossos heróis”, sublinhou.
Questionado sobre como definiria São Mateus numa palavra, a resposta foi imediata: “Para mim é a minha festa, é aquilo que somos de facto enquanto sorenses e numa palavra é rua, rua, rua, rua.”
PUBLICIDADE