Maria foi submetida a exorcismos para “curar” a orientação sexual, Miguel foi agredido por recusar tratamento, duas histórias que expõem o trauma das “terapias de conversão”, 36 anos após a homossexualidade deixar de ser doença pela OMS.
Maria (nome fictício), mulher trans, nasceu em meados da década de 70 numa família conservadora e cresceu num ambiente austero, bastante religioso. Aos 5 anos, iniciou-se nos estudos bíblicos...
PUBLICIDADE
Para continuar a ler este artigo torne-se assinante.
Apoie a nossa missão!
Se ainda não é Assinante
Assine aquiSe já é Assinante
PUBLICIDADE