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Coimbra

Enfermeiros do Centro exigem pontos para descongelar progressões na carreira

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  Os enfermeiros dos Agrupamentos de Centros de Saúde (ACES) do Pinhal Interior Norte, Baixo Mondego e do antigo Instituto da Droga e Toxicodependência reivindicaram hoje uma “justa e correta” atribuição de pontos para o descongelamento das progressões.

 

“A Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC) não está a contabilizar os pontos que permitiriam aos enfermeiros progredir já em 2018 e outros em 2019”, disse à agência Lusa o coordenador regional do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEF).

Segundo Paulo Anacleto, este ano houve um descongelamento das carreiras, que “estiveram congeladas” entre 30 de agosto de 2005 e 31 de dezembro de 2017, mas “na prática continuam congeladas, porque a ARSC não está a atribuir os pontos a que está obrigada”.

“A partir de janeiro deste ano, a situação não foi regularizada e estamos quase no final do ano sem que a tutela esteja a atribuir os referidos pontos, o que é inadmissível e inaceitável”, frisou.

Os enfermeiros dos ACES do Pinhal Interior Norte, Baixo Mondego e do antigo Instituto da Droga e Toxicodependência estão hoje em greve, desde as 08:00 e até às 24:00, tendo realizado de manhã uma concentração junto à ARSC, onde entregaram um abaixo-assinado com 300 assinaturas.

Uma delegação dos enfermeiros foi recebida pela presidente da ARSC, Rosa Reis Marques, que, segundo Paulo Anacleto, transmitiu que “aguarda a orientação final da tutela” sobre o assunto.

Posição contestada pelo coordenador regional do SEF, que apontou situações idênticas já resolvidas noutras administrações regionais de saúde e instituições públicas com autonomia.

“Por exemplo, a Administração Regional de Saúde do Alentejo já atribuiu corretamente os pontos, bem como o Hospital Distrital da Figueira da Foz e a Unidade Local de Saúde da Guarda”, referiu Paulo Anacleto, considerando que não “faz sentido a ARSC ainda não o ter feito”.

O dirigente sindical adiantou que os enfermeiros afetos aos ACES do Pinhal Litoral, Baixo Vouga e Cova da Beira ainda não encetaram formas de luta, mas que o deverão fazer dentro em breve, se a situação não for resolvida.

Anteriormente, no dia 28 de novembro, o ACES Dão Lafões já se tinha manifestado sobre esta questão.

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