Trata-se de uma rota que privilegia as temáticas rural e natural.
PUBLICIDADE
De dificuldade fácil, a Rota do Arroz é um dos percursos incluído no projeto transversal “Rios e Zonas Húmidas” da Região Metropolitana de Coimbra.
PUBLICIDADE
Ao longo de 4,5 quilómetros, esta viagem pelo “rural e natural” daquela zona do concelho de Soure e tem lugar maioritariamente na margem direita do rio Arunca, desde os campos de cultivo do arroz, em Vila Nova de Anços, à zona de proteção especial para a avifauna do Paul da Madriz (classificado como sítio RAMSAR e inserido na Rede Natura 2000), no limite sul do Casal do Redinho.
Na margem direita do rio Arunca, a vegetação encontrada é tipicamente ripícola de salgueiros, de notáveis freixos e amieiros, numa paisagem profundamente agrícola, na qual se destacam os imensos campos de arroz e de milho, rodeados por valas de irrigação colonizadas por caniço, bunho, tabúa, junco, lírio-amarelo-dos-pântanos e espadana-de-água.
No meio desta ruralidade, surge um pequeno outeiro, com vista panorâmica para os campos agrícolas do Baixo Mondego, no qual foi erigida a Capela de Nossa Senhora dos Remédios, edifício datado de 1728, com retábulo em pedra seiscentista (séc. XVII).
A vegetação envolvente característica de espécies como o sobreiro, o carvalho-cerquinho, a azinheira, o pilriteiro e um sub-coberto rico em espécies arbustivas, herbáceas e trepadeiras, onde se destaca a gilbardeira, as urzes, o tojo, a estevinha, a hera, a cebola-albarrã e o narciso.
O percurso segue para norte, em direção ao Casal do Redinho, deixando a zona de influência do rio e penetrando na Zona de Proteção Especial do Paul da Madriz, zona húmida com cerca de 40 hectares. Aqui o cenário altera-se significativamente, dando primazia à descoberta da avifauna típica de zonas húmidas (recenseadas cerca de 142 espécies) e da flora ripícola que serve de refúgio para a lontra e para outras espécies da fauna. No contexto da fauna, merece especial destaque o caimão, espécie reintroduzida e que constitui o ex-libris do paul.
Num contexto mais contemplativo, neste local de nidificação de aves, de refúgio durante o inverno ou de passagem obrigatória nas migrações, é possível avistar a garça-real, a cegonha-branca, o tartaranhão-ruivo-dos-pauis ou o guarda-rios. Existem ainda outras aves que utilizam estas áreas de campos de arroz, como o colhereiro, o maçarico-de-bico-direito ou a coruja-do-nabal.
O percurso segue para sul, penetrando na Zona de Proteção Especial do Paul da Madriz, zona húmida com cerca de 40 hectares. Aqui o cenário dá primazia à descoberta da avifauna típica de zonas húmidas (recenseadas cerca de 142 espécies) e da flora ripícola que serve de refúgio para a lontra e para outras espécies da fauna.
No contexto da fauna, merece especial destaque o caimão, espécie reintroduzida e que constitui o ex-libris do paul. Num contexto mais contemplativo, neste local de nidificação de aves, de refúgio durante o inverno ou de passagem obrigatória nas migrações, é possível avistar a garça-real, a cegonha-branca, o tartaranhão-ruivo-dos-pauis ou o guarda-rios. Existem ainda outras aves que utilizam estas áreas de campos de arroz, como o colhereiro, o maçarico-de-bico-direito ou a coruja-do-nabal.
Deixando a zona de influência do paul, a paisagem do percurso altera-se significa-tivamente, desenvolvendo-se ao longo da margem direita do rio Arunca, até Vila Nova de Anços, com uma vegetação tipicamente ripícola de salgueiros, de notáveis freixos e amieiros, numa paisagem profundamente agrícola, na qual se destacam os imensos campos de arroz e de milho, rodeados por valas de irrigação colonizadas por caniço, bunho, tabúa, junco, lírio-amarelo-dos-pântanos e espadana-de-água.
No meio desta ruralidade surge um pequeno outeiro, com vista panorâmica para os campos agrícolas do Baixo Mondego, no qual foi erigida a Capela de Nossa Senhora dos Remédios, edifício datado de 1728 com retábulo em pedra seiscentista (séc. XVII), com uma vegetação envolvente característica de espécies como o sobreiro, o carvalho-cerquinho, a azinheira, o pilriteiro e um subcoberto rico em espécies arbustivas, herbáceas e trepadeiras, onde se destaca a gilbardeira, as urzes, o tojo, a estevinha, a hera, a cebola-albarrã e o maçarico-de-bico-direito ou a coruja-do-nabal.
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE