Coimbra

Câmara de Coimbra vai adjudicar refeições escolares por 6 milhões anuais

Notícias de Coimbra com Lusa | 2 meses atrás em 29-07-2026

A Câmara de Coimbra vota na quinta-feira a proposta de adjudicação das refeições escolares a um consórcio, por seis milhões de euros anuais, num contrato que pode ser renovado por mais dois anos.

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No âmbito do concurso público lançado, o júri propõe a adjudicação das refeições escolares ao consórcio que junta Nordigal e ICA, esta última a empresa que assegura este tipo de contrato desde pelo menos 2020, segundo documentação do processo a que a agência Lusa teve acesso.

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O contrato agora assinado contempla apenas um ano, mas que pode ser renovado até um período máximo de três anos.

Caso o contrato seja executado por três anos irá implicar um custo total de cerca de 18 milhões de euros (com IVA incluído).

O concurso público estava dividido em quatro lotes, tendo o consórcio vencedor apresentado a segunda proposta mais baixa.

No entanto, a proposta mais baixa, apresentada pela concorrente Euroessen, acabou excluída por irregularidades documentais e por “não demonstrar a suficiência dos encargos mínimos obrigatórios com os recursos humanos exigidos para a execução do contrato”, lê-se na deliberação do júri deste procedimento público.

O contrato que deverá agora ser adjudicado terá início em 01 de setembro e está sujeito a fiscalização prévia do Tribunal de Contas.

O valor para três anos é ligeiramente superior ao contrato anterior, que previa um pagamento de 17,5 milhões de euros para três anos.

Em novembro de 2025, o vice-presidente da Câmara de Coimbra, que tem a pasta da Educação, Miguel Antunes, tinha dito que o município pretendia aproveitar o fim do atual contrato de refeições escolares para repensar “o modelo como um todo”.

Na altura, Miguel Antunes assumia a vontade de repensar o modelo de refeições escolares, aproveitando o fim do contrato de três anos que agora termina.

Também a presidente da Câmara, Ana Abrunhosa, defendeu nesse mesmo momento a necessidade de rever o processo das refeições escolares, considerando que é importante “fomentar cadeias curtas” de produção e consumo.

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