Pelo menos uma pessoa morreu e cerca de duas mil foram deslocadas após uma incursão insurgente que destruiu um acampamento turístico associado ao ex-treinador luso-moçambicano Carlos Queiroz, na província moçambicana de Niassa, avançaram esta sexta-feira as autoridades.
«Temos mais de 2.000 pessoas, como nós dissemos, no local de acolhimento», disse o secretário de Estado em Niassa, Silva Livone, citado pela comunicação social.
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